Sorry, you need to enable JavaScript to visit this website.
Sort by
Sort by

Agricultura regenerativa: um passo além na produção de papas infantis da Nestlé em Portugal

Na Nestlé, acreditamos que uma boa alimentação começa no campo. 

Agricultura regenerativa: um passo além na produção de papas infantis da Nestlé em Portugal

Desde 2022, estamos a transformar a forma como cultivamos os cereais utilizados nas papas infantis de CERELAC, da Nestlé Portugal, apostando na agricultura regenerativa e colaborando diretamente com agricultores locais através de apoio técnico e financeiro para apoiar a produção local.

O que é agricultura regenerativa? 

A agricultura regenerativa é um conjunto de práticas agrícolas que visa melhorar a qualidade e saúde do solo, promover a biodiversidade e reduzir as emissões de gases com efeito de estufa. Ao contrário da agricultura convencional, este modelo permite que a terra se regenere, conserve melhor a água, armazene carbono de forma natural e mantenha a sua fertilidade e resiliência a longo prazo. 

Um projeto iniciado em 2022 

O projeto teve início em 2022. Nestes três anos: 

  • Já investimos 750.000 euros, com previsão de investir 300.00 por ano, até 2027.
  • Trabalhamos com 11 agricultores locais, no Alentejo, em Évora, Elvas e Castro Verde na implementação de práticas de agricultura regenerativa.
  • Atualmente o projeto engloba mais de 1.500 hectares.
  • Em 2025, foram produzidas 2.800 toneladas de grão de trigo necessário para a produção de papas infantis na Fábrica de Avanca, o que representa cerca de 25% do volume de grão comprado para os produtos de nutrição.

As práticas agrícolas que estão a fazer a diferença 

As principais técnicas de agricultura regenerativa aplicadas nestes campos incluem: 

  • Rotação de culturas, alternando cereais com legumes para fixar nitrogénio no solo e enriquecer naturalmente o solo.
  • Sementeira direta (semear diretamente no solo sem o revolver ou arar previamente), preservando a sua estrutura e biodiversidade subterrânea.
  • Culturas de cobertura para proteger e melhorar o solo: ajudam na retenção de água, controlo de ervas daninhas e pragas, promovem a biodiversidade.
  • Fertilizantes orgânicos e bio estimulantes em substituição dos químicos e aplicação precisa de nutrientes com agricultura de precisão.
  • Colocação de estações meteorológicas para definir o momento ótimo para tratamento de doenças e infeções com base nas condições meteorológicas.  
  • Aplicação de agricultura de precisão que ajuda os agricultores a determinar a necessidade real de nitrogénio no solo em cada parcela de terreno através da teledeteção.
  • Conservação de habitats seminaturais (como sebes, zonas húmidas) dentro das explorações, promovendo a biodiversidade local. 

Menos emissões, mais resiliência  

Estas práticas permitiram: 

  • Reduzir cerca de 40% as emissões de CO₂e associadas a estes cultivos (vs emissões calculadas com base nas práticas anteriores).
  • Melhorar a resiliência do solo, a sua capacidade de retenção de água e fertilidade a longo prazo. 

Além disso, o cultivo local permite que a maioria dos cereais seja produzida no Alentejo e que sejam moídos no Porto, na fábrica Carneiro e Campos, parceiro da Nestlé no projeto, a cerca de 60km da fábrica Nestlé em Avanca.

Um modelo baseado na colaboração 

Este projeto é possível graças ao trabalho conjunto entre os agricultores, os parceiros - Carneiro e Campos Moagens e da ONG Fundación Global Nature - e a Nestlé. O nosso objetivo é continuar a avançar na implementação de práticas agrícolas que promovam a resiliência dos solos, o uso eficiente dos recursos e o desenvolvimento das zonas rurais de forma a que 50% dos ingredientes chave utilizados pela Nestlé sejam de agricultura regenerativa até 2030.

Saiba mais sobre o compromisso da Nestlé em investir em práticas de agricultura regenerativa e os nossos projetos a nível mundial aqui.