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Desnutrição em idade sénior

A caminho de uma solução
Nutrição clinica

Nestlé Health Science organizou, ao longo do mês de maio, o CANuG - Curso Anual de Nutrição em Geriatria. O curso foi realizado em parceria com a Associação Portuguesa de Nutrição Entérica e Parentérica (APNEP), a Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) e o Núcleo de Estudos de Nutrição Clínica (NENC) da SPMI.

A iniciativa contou com 130 especialistas, entre eles Médicos de Medicina Interna, Médicos de Medicina Geral e Familiar, Jovens Recém Especialistas e Nutricionistas. O principal objetivo foi a partilha de experiências profissionais e contextos hospitalares distintos a nível nacional em temas como a identificação de doentes desnutridos, a abordagem ao rastreio nutricional ou a intervenção nutricional do doente.

A formação contínua é um dos pilares fundamentais para a melhoria das práticas clínicas. É crucial fomentar cursos dedicados à nutrição clínica, dada a falta de conhecimento que os profissionais de saúde têm nesta área.

Dr. Aníbal Marinho, Médico Intensivista na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital Geral de Santo António e Presidente da Associação Portuguesa de Nutrição Entérica e Parentérica (APNEP)

O médico Intensivista na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital Geral de Santo António acrescenta: “Mesmo para os nutricionistas é importante o desenvolvimento de cursos especializados de atualização científica. A motivação, para a participação nestas formações, passa pelo desenvolvimento de um programa que corresponda às necessidades formativas dos diferentes profissionais de saúde e que tenha robustez científica, assim como pelo incentivo monetário ao premiar os com melhor desempenho.”

O curso decorreu ao longo de três dias, sendo que foram também apresentados os suplementos nutricionais orais da Nestlé, a gama RESOURCE, mais ajustadas a cada necessidade nutricional/clínica, como é o caso do:

RESOURCE Protein

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Dieta oral completa hiperproteica em formato 200ml, para indivíduos com necessidades proteicas aumentadas e/ou patologias que levam à desnutrição.
Disponível em 5 excelentes sabores.

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RESOURCE Ultra Fruit

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Resource Ultra Fruit é uma dieta hipercalórica com sabor similar a sumo de fruta, apresenta-se como uma alternativa aos suplementos nutricionais orais com sabores lácteos. Com proteínas do soro do leite.
Alimento para fins medicinais específicos. Para a gestão nutricional de doentes com desnutrição ou risco de desnutrição.
Está disponível em dois agradáveis sabores: Laranja e Maçã.

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RESOURCE Crema 2.0

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RESOURCE Crema 2.0 é uma fórmula completa hiperproteica e hipercalórica. Alimento para fins medicinais específicos. Para gestão nutricional de doentes com/ou em risco de desnutrição e/ou dificuldades de mastigação (disfagia).
Está disponível em quatro agradáveis sabores: baunilha, chocolate, pêssego e caramelo.

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RESOURCE Diabet

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RESOURCE Diabet oferece uma dieta completa específica para satisfazer as necessidades nutricionais de todos os indivíduos diabéticos desnutridos ou em risco de desnutrição: dieta hiperproteica de baixo índice glicémico com fibra solúvel.
A formulação com hidratos de carbono de baixo índice glicémico e mistura de fibras 100% solúveis favorecem o controlo metabólico dos indivíduos em risco nutricional. A fórmula está adaptada às diretrizes e recomendações internacionais sobre o tratamento nutricional de indivíduos com diabetes, e incorporam nutrientes com eficácia comprovada no controlo da glicémia e na prevenção de comorbilidades associadas à diabetes.

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Os suplementos nutricionais orais ricos em proteína, energia, vitaminas e minerais podem ser uma solução, sempre que as necessidades diárias não sejam satisfeitas.

A desnutrição em idade sénior é mesmo um assunto que está na ordem do dia, já que diferentes sociedades internacionais, incluindo a European Society for Clinical Nutrition and Metabolism (ESPEN), desenvolveram recentemente a Declaração de Viena que promove o direito humano à terapêutica nutricional para todos os indivíduos malnutridos ou em risco de malnutrição.

De acordo com o Dr. Aníbal Marinho, o documento “deverá ser subscrito por um elevado número de sociedades de nutrição clínica de todo o mundo no próximo congresso anual da ESPEN” que se realizará de 3 a 6 de setembro, em Viena, Áustria. O mesmo documento deve então “servir de base para a implementação de melhores práticas clínicas nos diferentes países, com vista à acessibilidade equitativa à nutrição clínica”.

Ainda assim, de acordo com o especialista, “muito terá de ser feito para além de uma assinatura simbólica de uma declaração e uma sempre presente fotografia de grupo para memória futura”. O presidente da Associação Portuguesa de Nutrição Entérica e Parentérica diz mesmo que “é preciso que estas garantias fundamentais para a qualidade de vida dos nossos doentes sejam reconhecidas pelos respetivos governos nacionais e implementadas de uma forma generalizada”. Isto porque, segundo o Dr. Aníbal Marinho, “a garantia de proteção do direito internacional à terapêutica nutricional para todos os doentes está ainda muito longe de vir a ser concretizada e este será apenas um pequeno passo para a sua implementação”.

  • 1 em cada 3 pessoas estão malnutridas na comunidade
  • A malnutrição afeta 33 milhões de pessoas na Europa
  • 1 em cada 3 idosos a viver independentemente está em risco de desnutrição ou desnutrido

 

 

Porque a malnutrição afeta os idosos?

  • Alterações de composição corporal
  • Alterações fisiológicas
  • Estilo de vida
  • Doença orgânica
  • Os muitos medicamentos que tomam
  • Dietas restritivas
  • Dependência na confeção ou fornecimento de refeições

Idosos têm maior necessidade de proteínas, vitamina D e cálcio.

Sinais de malnutrição:

  • Perda de peso involuntária
  • Perda de apetite
  • Dificuldade em subir escadas
  • Roupas e anéis largos
  • Fadiga e falta de enérgica
  • Dificuldade em carregar compras
  • Quedas frequentes
  • Dificuldade em mastigar e deglutir
  • Perda de mobilidade

 

Primeiros alimentos que os idosos deixam de comer quando perdem apetite:

  • Carne, peixe e ovos (fontes de proteína)
  • Frutas e vegetais (fontes de vitaminas e minerais)